A nova Resolução CFO nº 295/2026 passou a regulamentar a habilitação de cirurgiões-dentistas para diferentes níveis de sedação, incluindo a sedação profunda, mediante treinamento e requisitos específicos.
A medida, porém, vem sendo alvo de críticas por representantes da classe médica, que defendem que a sedação profunda pode evoluir rapidamente para perda de via aérea e outras complicações, exigindo treinamento avançado em anestesiologia e suporte à vida.
O debate gira em torno da segurança do paciente e dos limites de atuação entre as profissões de saúde. Enquanto o CFO afirma que a norma amplia a qualificação e estabelece protocolos rigorosos, opositores questionam se essas exigências são suficientes para procedimentos de maior risco.

Relacionadas
Eleições no Brasil: imprensa global foca em Trump e economia
Eleições 2026: horários, ordem do voto e apuração do 1º turno
Quaest/Tv Anhanguera: Daniel cresce e chega a 57% dos votos válidos. Wilder tem 17% e Marconi cai para terceiro com 15%.