O ministro André Mendonça será o relator no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da ação que questiona o reajuste anunciado pelo governo Lula (PT) no valor do Bolsa Família. Ele foi escolhido, a partir de sorteio, nesta quinta-feira, 17.
Na ação, o parlamentar defende a cassação do registro de candidatura do presidente Lula, sob a justificativa que o petista praticou uma conduta proibida pela legislação eleitoral. “A recomposição acumulada de três anos somente foi anunciada em 17 de setembro de 2026, já durante o período eleitoral, quando faltavam pouco mais de duas semanas para a votação e as pesquisas indicavam acirramento da disputa pela Presidência”, diz o texto.
O anúncio na mudança no valor do benefício aconteceu nesta quinta-feira por Lula. Com a mudança, o piso subirá de 600 para 691 reais. Os novos valores começam a ser pagos na folha de outubro, a partir do dia 19.
A divulgação vai de encontro ao calendário eleitoral, com menos de três semanas do primeiro turno das eleições. Lula anunciou a medida no Palácio do Planalto ao lado de ministros como Bruno Moretti, do Desenvolvimento; Miriam Belchior, da Casa Civil; Wellington Dias, Desenvolvimento; e Dario Durigan, Fazenda.
De acordo com Moretti, o benefício médio, que é a soma do valor mínimo aos demais benefícios, saltará de 675 para 777 reais. Os valores dos benefícios adicionais cumulativos também foram atualizados, sendo: por criança de até 6 anos: de 150 para 173 reais; gestante: de 50 para 58 reais; jovem entre 7 e 18 anos incompletos: de 50 para 58 reais; e por bebê de até 6 meses: 50 para 58 reais.
Fonte: Conexão Política






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