A Polícia Federal (PF), em ação conjunta com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), resgatou 23 trabalhadores estrangeiros em situação análoga à escravidão e apreendeu 14 armas de grosso calibre. O caso ocorreu em uma propriedade rural localizada em Porto Murtinho (MS), pertencente ao empresário e candidato a deputado federal Aparecido Carlos Bernardo (União Brasil), conhecido como Carlos da UCP.
Posicionamento do candidato
Sobre a denúncia de trabalho análogo à escravidão, Carlos da UCP afirmou que oferece condições dignas aos trabalhadores, com salários de R$ 2,5 mil a R$ 4 mil, quatro refeições diárias e alojamentos com ar-condicionado. Ele classificou a denúncia como “sensacionalismo” e afirmou que o caso seria motivado por uma disputa jurídica anterior com um ex-funcionário.
Em relação ao armamento, o candidato alegou que nenhuma das armas encontradas na propriedade lhe pertence. Segundo ele, os próprios funcionários compram armamentos para defesa pessoal devido à distância dos serviços de policiamento e à recorrência de crimes rurais na região de fronteira.






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