Pedro Henrique Martins Soares foi condenado, na terça-feira (17), a 45 anos, 6 meses e 10 dias de prisão pela morte dos advogados Marcus Aprígio Chaves e Frank Alessandro Carvalhães de Assis. Foram 31 anos pelos homicídios e 13 por roubo, já que ele levou R$ 2 mil das vítimas. O crime foi praticado no dia 28 de outubro de 2020 no interior do escritório de advocacia “Chaves Advogados Associados”, no Setor Aeroporto, em Goiânia.
O juiz Eduardo Pio Mascarenhas da Silva, da 1ª Vara Criminal dos Crimes Dolosos contra a Vida e Tribunal do Júri de Goiânia, presidiu o julgamento. Após os debates, os jurados reconheceram que os crimes de homicídio foram praticados mediante promessa de recompensa e com o uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas. Ao todo são quatro réus e Pedro Henrique foi o primeiro a ser julgado. Ele vai cumprir pena no presídio de Aparecida de Goiânia.
O crime teria sido praticado a mando de um fazendeiro porque os advogados ganharam um processo contra ele, que perdeu a posse de uma fazenda avaliada em R$ 46 milhões.





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