O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou na sexta-feira (4) a soltura da missionária Eliene Amorim de Jesus, que passou dois anos detida em razão dos eventos de 8 de janeiro de 2023. A decisão, contudo, não garante liberdade total: trata-se de um alvará de soltura com restrições, condicionado a várias medidas cautelares.
Conforme a determinação do STF, Eliene só poderá deixar o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís (MA), após a instalação de uma tornozeleira eletrônica. Entre as imposições adicionais, estão a proibição de acessar redes sociais, manter contato com outros investigados pelos mesmos fatos, conceder entrevistas ou receber visitas que não sejam de seus familiares diretos ou advogado.
A defesa da jovem maranhense está sob responsabilidade do advogado Hélio Garcia Ortiz Júnior, o mesmo que atua na defesa de Débora dos Santos, outra mulher envolvida nos atos de janeiro e condenada a 14 anos de prisão.


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