Por Antônio Soares Júnior
Ao tornar o voto obrigatório, a parcela menos favorecida da população — que constitui a maioria — acaba, muitas vezes, por eleger aqueles que a oprimem. Votam naqueles que roubam a sua dignidade, saúde, educação, segurança e o bem mais precioso, a esperança, não apenas a tua, mas de sua família e das gerações futuras.
Todos condenados a nascer, viver e a morrer na miséria sob o jugo de homens desprovidos de bondade, caráter e decência – relés bandidos do colarinho “sujo” e o sangue de inocentes em suas mãos.
O mais ilustre de seus filhos, um Silva, nascido na mesma terra sofrida de outros milhões de brasileiros que, em um dia comum num pau de arara vai para a cidade e, tempos depois, é alçado à condição de presidente!
É eleito, reeleito, condenado, descondenado e novamente eleito, uma vez mais apoiado pela força descomunal de um sistema aparelhado, comprado, viciado, corrupto em conchavos com toda a sorte de atores políticos do submundo do crime.
Lula, líder de um movimento que perdeu sua identidade – os “trabalhadores” – e de toda a sorte de “sem” – sem terra, sem teto, sem estudo, sem saúde, sem educação, sem bom senso, sem noção e, principalmente, os sem vergonha na cara, que se deixam enganar, movidos pela fé de que um dos seus que jurou os tirar da miséria mas, depois de quase vinte anos, desnudando dados maquiados, o Brasil é um grande celeiro de milhões que sobrevivem na mais absoluta desgraça!
Enganados, são atirados às cloacas da miséria humana, onde a esperança se vende por algumas moedas minguadas — disfarçadas de benevolência social — que mal compram o silêncio da fome por um dia nos sertões e nos grotões de um país vasto e desigual. A dignidade, então, deixa de ser direito e transforma-se em prestação: mensal, calculada, paga com o dinheiro arrancado do próprio povo, diluído em impostos sem conta, numa engrenagem que recicla a pobreza e a perpetua.
O país é assaltado por uma gente desqualificada, ávida por se apoderar do poder e sangrar os cofres públicos; mestres na arte do engano, fazem do roubo ofício, da culpa instrumento, criam inimigos convenientes, condenam e encarceram inocentes e instauram um jogo ardiloso em que uns são lançados contra os outros, enquanto permanecem intocados.
O país é sucateado, meios de comunicação em massa, financiados com dinheiro do povo, aos poucos transformados em máquinas de alienação em sua programação torpe, imbecil e mambembe, voltada a jogar branco contra negro, homens contra mulheres, pai contra filho, o certo passa a ser visto como errado e a criminalidade assola o país, nossa justiça pune o justo e inocenta o criminoso. As celas dos presídios são abertas, escancaradas, a impunidade impera de norte a sul – mas em número muito maior sepulturas são abertas as dezenas de milhares anualmente para receberem aqueles que são assassinados, as vítimas de balas perdidas a acharem corpos frágeis, inocentes, muitos na sua juventude, como o “cara” da bicicleta, a criança que brincava na rua e tantos outros que continuam a ter as suas vidas ceifadas em uma escalada vertiginosa de violência sem precedentes.
O escárnio de um bandido, travestido de presidente, sabe-se Deus como logrou êxito para ocupar tal cargo, afirmando que aquele que “roubou um celular para tomar uma cervejinha” não merece ser severamente punido. Estabelecida esta pois, a banalização da criminalidade! Cale a sua boca, presidente canalha! Quantas vidas preciosas se esvaíram em sangue, até a última gota, para então encher os copos de cerveja destes criminosos os quais, o enxergam como defensor, ou mesmo como líder! Mas a verdade é que não passas de um canalha, um grande e perigoso gangster retirado do cárcere em uma injustificada manobra jurídica por um dos seus, colocado na suprema corte para ser usado no momento certo, para protegê-lo!
Cale a sua boca, seu pobre diabo, reflita o quanto você não passa de um relés mentiroso, afirmando que visitava outras nações falando mal do Brasil, enquanto construía a sua falsa capa de defensor dos pobres, você os usou desde o início de sua trajetória, fundou e tornou-se líder de um partido nefasto e criminoso, apontado por todos aqueles que, em algum momento, sentaram à sua mesa para, juntos, arquitetarem e cometerem tantos crimes de lesa pátria.
Você não tirou ninguém da linha da pobreza, pelo contrário, seus crimes, inaptidão absoluta como gestor público e gastos estratosféricos para manter seus companheiros no poder, conduziu outros milhões à pobreza. Perdemos competitividade na indústria e em muitos outros setores – se não fosse o agro esse país estaria muito pior.
Eu o desafio a retirar toda a sorte de auxílios “bolsas” que você criou, ou incentivou e, em menos de trinta dias, sua popularidade vira pó, pelo fato de não ter nenhum projeto de acabar com a pobreza porque o pobre é a sua moeda de troca e é ali que você precisa que ele fique.
Você nunca tirou ninguém da miséria! Você, seu partido e seguidores, enganou essa gente, tornou-os escravos de um sistema nefasto e cruel, roubou-lhes mais que a dignidade e a esperança, roubou-lhes a oportunidade de um amanhã para os seus filhos e os filhos de seus filhos.
É mais barato para Lula abrir covas a leitos de hospital
É mais barato dar 200 reais para cada aluno ao mês do que proporcionar escola e ensino de primeiro mundo
Lula dá migalhas aos pobres, enquanto vomita bravatas insanas e lhes saqueia a decência de uma vida digna e de qualidade.
O pobre do Brasil agora, além de pobre, tornou-se dependente do suor daqueles que trabalham e produzem riquezas. Se líder verdadeiro fosse, inteligente, capacitado e estadista, teria criado mecanismos para fazer com que o pobre tivesse a oportunidade de crescer, de abandonar sua condição de miserável e, dignidade restabelecida, tornar-se cidadão produtivo. A única coisa que o dependente de seus programas de “bolsa tudo” produz são mais filhos, mais bocas para que um Estado, inchado, caótico e ineficiente aumente sua sanha em arrecadar para alimentar.
O pobre é a moeda de troca para comunistas tupiniquins corruptos se perpetuarem no poder.
O povo justo, cristão, bom e honesto deste país se manifestou pacificamente contra tudo isto que posto está.
Golpe é roubar a dignidade de um povo!
Golpe é roubar a sua saúde, educação, segurança e tudo o mais que os nossos filhos, netos e família têm o sagrado direito, viver em um país livre de crimes e criminosos, viver em um país próspero.
O Brasil é um país destroçado!
Rio de Janeiro tomado pelo crime organizado, assim como a Bahia e diversos outros estados.
Terras invadidas por invasores que nada produzem!
Universidades tomadas por alunos travestidos de baderneiros e idealistas de causas fracassadas, defendendo líderes comunistas varridos para a lama do esgoto da história.
Nossa suprema corte, a guardiã máxima da Constituição, composta por ministros que, até bem pouco tempo atrás, eram advogados do partido, advogados de um presidente envolvido em crimes, nunca inocentado, ministros que se autointitulam comunistas.
“Perdeu Mané!”
Duas palavras que soam como um soco certeiro na face de cada cidadão de bem deste Brasil!
Mas não caímos!
Meu bom Deus, lhe pergunto: até onde mais este Brasil tem que se afundar em escândalos, crimes e negociatas esdrúxulas antes de se reerguer?
Nossa maior arma não é o voto. É a nossa consciência! É a nossa escolha! É enxergar que nessa guerra que lutamos: esquerda contra direita; lulistas contra bolsonaristas; héteros contra gays; pobres contra ricos; sulistas contra nortistas; cristãos contra ateus; todos nós fomos envolvidos numa grande trama de bandidos! Em uma grande trama arquitetada para nos mantermos neste “fictício campo de batalha” enquanto eles, políticos bandidos profissionais e sem qualquer tipo de comprometimento com o povo, com o Brasil, saqueiam nossas riquezas, roubam nosso dinheiro para construírem suas fortunas, nosso dinheiro é levado para contas em paraísos fiscais. Constroem suas mansões, constroem seus patrimônios, formam suas fazendas, colossais plantações enquanto seguimos nos acusando e nos digladiando.
A luta das classes do passado da humanidade foram diversas.
Aqui no Brasil, abram os olhos meus caros irmãos, é contra um sistema.
Não se iludam mais com temas como linguagem de gênero, racismo, golpe e tudo o mais.
Deixem cair o véu que lhes cobrem os olhos; enxerguem o óbvio:
Branco, abrace seu irmão negro com afeto!
Sulista, aperte fortemente as mãos calejadas do seu irmão nordestino!
Hétero, sente-se à mesa com seu irmão gay.
Sentemos todos, para uma longa conversa.
Calam e perseguem opositores, coagindo com o poder da justiça e da injustiça, impondo o medo e aparelhando um Estado criminoso.
E que Deus nos abençoe. E mesmo que o seu Deus, não seja o meu Deus, que sejamos imbuídos pela crença na proteção divina que a todos nos envolva nesta guerra contra o mal e em nossa liberdade.
A meu bom Deus, permita que todo o sofrimento deste povo, principalmente daqueles que convivem diariamente com a terra improdutiva, a criação magra e os pratos vazios, possam conhecer dias de fartura.
Nunca houve a preocupação, por parte deste infame presidente, de levar alimento e condições de vida melhor ao pobre, ele os multiplicou visando multiplicar seus votos nas urnas.


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