Pesquisadores do King’s College London anunciaram um avanço significativo no tratamento de crises de asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). O medicamento benralizumabe, já usado em casos graves, mostrou potencial para ser aplicado de forma mais ampla, aliviando cerca de dois milhões de ataques anuais no Reino Unido.
O tratamento atua sobre os eosinófilos, glóbulos brancos associados a processos inflamatórios nos pulmões, que são responsáveis por metade das crises de asma e um terço dos surtos de DPOC. Estudos indicam que a nova terapia é mais eficaz do que os esteroides tradicionais, reduzindo a taxa de falhas no tratamento de 74% para 45% e diminuindo internações e riscos fatais.
Os participantes relataram alívio nos sintomas e melhora na qualidade de vida, o que reforça o impacto transformador da descoberta. Segundo os pesquisadores, o tratamento personalizado baseado em padrões específicos de inflamação abre caminho para intervenções mais precisas e eficazes.
Após 50 anos, novo tratamento de asma é descoberto e pode revolucionar cuidados




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