O mercado reagiu com força ao resultado do 1º turno: Flávio Bolsonaro na frente de Lula e as ações do Banco do Brasil dispararam.
Mas vale lembrar o que aconteceu nos últimos anos:
Em agosto de 2025 a capitalização chegou a cair para perto de R$ 105 bilhões, uma perda de mais de R$ 65 bilhões em valor de mercado.
O grande vilão foi a carteira do agronegócio. A inadimplência acima de 90 dias no agro subiu para níveis recordes (chegou a 6,27% e em alguns momentos ficou ainda pior), o estoque de créditos problemáticos passou de R$ 26 bilhões e as provisões explodiram. O lucro, que tinha sido recorde em 2023/2024 (na casa dos R$ 35-38 bilhões), despencou em 2025.
O banco, maior financiador do agro do país, sentiu na pele o risco de colapso de parte da carteira rural. O mercado precificou pesado o risco político + deterioração do crédito.
Hoje a alta de mais de 12% mostra o alívio do mercado com a possibilidade de mudança de rumo. Mas o problema do agro ainda não foi resolvido de vez.

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