A seleção brasileira vai a campo contra o Haiti hoje, às 21h30, de um jeito que você nunca viu em Copas do Mundo. Pela primeira vez na história da competição, a pentacampeã usará um uniforme que combina calções pretos, meia preta e camisa azul — sim, a mesma que gerou controvérsia quando foi lançada pela Nike, em março deste ano.
Camisa polêmica
A polêmica envolve a nova camisa azul reserva da Seleção Brasileira. O padrão abstrato gerou teorias conspiratórias e debates acalorados nas redes sociais, especialmente entre grupos religiosos. Apesar das especulações de que a estampa ocultaria a silhueta de “Baphomet” ou de uma figura demoníaca, a explicação oficial é estritamente ligada à natureza brasileira:
Sapo-flecha venenoso: A Nike e a CBF esclareceram que os grafismos em tons escuros e azuis são inspirados na pele do sapo-dardo (sapo-flecha), uma espécie nativa da Amazônia.
Mecanismo de defesa: O conceito visual foi feito para simular o aviso biológico de perigo que o anfíbio transmite aos seus predadores na natureza. A ideia da campanha “Joga Sinistro” era passar uma postura intimidadora e de alerta aos adversários em campo.
Meias pretas
As meias pretas só foram usadas em duas edições da Copa do Mundo: em 1930, no Uruguai, e em 1934, na Itália. Na época, a seleção ainda vestia camisas brancas com o uniforme principal — o que significa que a combinação com a camisa azul nunca foi vista no torneio.



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