Caiado se manifesta após prisão domiciliar de Bolsonaro: “ex-presidente está condenado antes do seu julgamento”

Presidente Jair Bolsonaro e Michelle Bolsonaro reccebem govewnradores, prefeitos, deputados eleitos e os da base aliada, no Palácioo da Alvorada. | Sérgio Lima/Poder360 06.out.2022| | Sérgio Lima/Poder360 00.ago.2022

Ronaldo Caiado prestou solidariedade ao ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que prisão domiciliar é grave afronta ao devido processo legal

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), que já disse mais de uma vez que chegando à presidência da República teria como primeiro ato pacificar o Brasil através de uma anistia geral, ampla e irrestrita para todos os envolvidos no 8 e janeiro, se manifestou em suas redes sociais contra a decretação da prisão domiciliar do ex-presidente, Jair Bolsonaro por parte do ministro do STF, Alexandre de Moraes. Caiado reforçou sua opinião que Jair Bolsonaro não está tendo o devido processo legal, além de dizer claramente que os últimos acontecimentos mostram que o ex-presidente já esta condenado antes mesmo de ser julgado.

O Brasil exige mudança, com uma liderança que tenha autoridade moral e seja capaz de dialogar com todos os Poderes e, com equilíbrio, pacificar o Brasil e conduzir as reformas que realmente importam. O País não aguenta mais ver seus problemas reais sendo deixados de lado, com os brasileiros reféns do crime organizado e sofrendo com a inflação e a falta de perspectivas, em meio a disputas que alimentam o caos e o confronto. Toda minha solidariedade ao ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmou Caiado.

A decretação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro confirma o que disse anteriormente: infelizmente, antes da conclusão de seu julgamento, o ex-presidente já está condenado. Se um cidadão não pode se manifestar publicamente em sua defesa, é porque o veredito está dado. Isso é grave, ainda mais se observarmos um processo que começou errado, quando o STF definiu pelo julgamento do ex-presidente em uma Câmara e não pelo Pleno da Suprema Corte. Essa escalada política aprofunda as divisões que ferem o País e deixam o povo brasileiro em segundo plano, concluiu o governador Caiado.