O candidato questiona os critérios de distribuição do dinheiro e afirma que outras candidaturas do partido receberam apoio financeiro. Ele defende uma divisão mais equilibrada dos recursos e diz que sua trajetória de atuação social deveria ser considerada pelas lideranças.

Adriano também relaciona o tratamento recebido à sua orientação sexual e menciona sua atuação junto ao PSDB Mulher. Na avaliação dele, sua candidatura não recebe o suporte necessário para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa.

Ao ser questionado sobre as respostas do partido, afirmou que suas cobranças são encaminhadas de uma liderança para outra, sem solução. Na entrevista, citou Josias, Eliane Pinheiro e Baré, como é conhecido Cleudes Bernardes.

“Fala com um, joga para o outro. Fala com o outro, joga para o outro”, relatou.

Adriano disse que também procurou Professor Alcides diretamente para cobrar o acordo. Segundo ele, as promessas de atendimento são adiadas, o que dificulta a organização das atividades e o pagamento da equipe.

“Eu não quero dinheiro. Eu quero pagar o pessoal que está trabalhando comigo”, afirmou.

Apesar das dificuldades, o candidato diz que pretende continuar na disputa e que tem recebido incentivo de apoiadores para não desistir. Ele sustenta que sua candidatura está vinculada ao trabalho social desenvolvido ao longo de décadas em Goiás.

“Eu quero fazer um trabalho digno”, declarou.

Fonte: Jornal Opção