A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou a preliminar que pedia a nulidade da delação do tenente-coronel e ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), Mauro Cid. Até o momento, todos os ministros da Primeira Turma que votaram no julgamento da tentativa de golpe, reconhecem a validade do acordo. “Não consta nos autos que haveria algo a macular a colaboração premiada no sentido de que não estaria a voluntariedade”, afirmou a magistrada em seu voto nesta quinta-feira (11/9).
Cármen Lúcia rejeita preliminar e reconhece delação de Mauro Cid




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