Gerson Palermo, apontado como um dos chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC), foi preso nesta terça-feira (26) pela Força Especial de Combate ao Narcotráfico da Bolívia, na região de Santa Cruz de la Sierra. Foragido há seis anos, ele havia deixado o presídio de segurança máxima, em Campo Grande (MS), após conseguir prisão domiciliar em abril de 2020.
Condenado a quase 126 anos de prisão, Gerson obteve o benefício da prisão domiciliar sob a justificativa de problemas de saúde. Cerca de cinco horas depois de ser colocado em liberdade, Palermo rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu.
A prisão domiciliar foi concedida pelo então desembargador Divoncir Maran, que levou apenas 40 minutos para analisar o pedido, considerado complexo e sem laudos médicos que comprovassem a suposta doença. Em fevereiro de 2026, Divoncir Maran foi punido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com aposentadoria compulsória por autorizar a prisão domiciliar de Gerson Palermo.





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