Sete pinguins-de-magalhães voltaram ao mar na costa de Maldonado, no Uruguai, após meses de reabilitação. Eles haviam encalhado debilitados, desnutridos e com as penas danificadas — o que comprometia sua sobrevivência no oceano. A recuperação foi conduzida pela organização so.co.bio.ma, com quarentena, alimentação controlada e sessões em piscinas para restaurar a impermeabilidade das penas. Agora, seguem viagem rumo à Patagônia Argentina, onde estão as maiores colônias da espécie. O trajeto, que pode levar até 10 dias, será monitorado por especialistas.
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