A equipe jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro respondeu hoje (21) às alegações de uma suposta delação premiada feita pelo tenente-coronel Mauro Cid. Reportagens de vários jornais sugeriram que Cid, ex-assistente de Bolsonaro, teria revelado à Polícia Federal (PF) encontros entre o ex-presidente, a cúpula das Forças Armadas e ministros para discutir uma potencial intervenção militar, com o objetivo de barrar a mudança de administração.
Em comunicado, a defesa de Bolsonaro enfatizou que o ex-presidente sempre atuou dentro dos parâmetros constitucionais, mencionando que ele “jamais tomou qualquer atitude que afrontasse… o Estado Democrático de Direito”. A nota esclarece: “Durante todo o seu governo, [ele] jamais compactuou com qualquer movimento ou projeto que não tivesse respaldo em lei”.
Os advogados do ex-mandatário, embora não mencionando Cid explicitamente, afirmaram que tomarão as “medidas judiciais cabíveis” contra declarações que considerem difamatórias, especialmente quando provenientes de uma colaboração sob sigilo, à qual a defesa ainda não teve acesso.
Fonte: Hora de Brasília


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