A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu, ontem (31), o inquérito da morte de um grupo de jovens em uma BMW, em Balneário Camboriú, no dia 1° de janeiro. Segundo as autoridades, a causa das mortes está na ruptura de uma peça instalada em uma oficina de Aparecida de Goiânia, em Goiás. O dono do estabelecimento e o responsável pela instalação foram indiciados por quatro homicídios culposos. A BMW onde os quatro jovens morreram asfixiados por monóxido de carbono na manhã de 1º de janeiro em Balneário Camboriú, no Litoral Norte, passou por ao menos quatro customizações, que levaram ao rompimento de uma peça ligada à tubulação de gás. Segundo a investigação, as alterações foram feitas para conferir maior potência e ruído ao automóvel.
Os jovens Nicolas Kovaleski, de 16 anos, Karla Aparecida dos Santos, de 19 anos, Tiago de Lima Ribeiro, de 21 anos, e Gustavo Pereira Silveira Elias, de 24, foram encontrados mortos dentro de uma BMW em Balneário Camboriú, no dia 1° de janeiro. De acordo com as investigações, parte da família havia se mudado há cerca de um mês da cidade de Paracatu (MG) para a região da Grande Florianópolis para abrir uma empresa, e foram passar o ano novo na cidade costeira.




Relacionadas
Cabo Verde empata e garante vaga histórica para o mata-mata da Copa
Uruguai é eliminado da Copa do Mundo 2026
Jogador Razan Sijaa, do time sub-18 do Caracas FC, e família morrem durante terremotos na Venezuela