O retorno das condições climáticas do El Niño é esperado para maio deste ano, o que pode afetar as temperaturas globais e os padrões de chuva, informou a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

O fenômeno é um aquecimento periódico das temperaturas da superfície do mar no Oceano Pacífico central e oriental, que normalmente dura de nove a 12 meses, de acordo com a OMM.
Uma mudança clara foi observada no Pacífico Equatorial, com as temperaturas da superfície do mar subindo rapidamente, sugerindo alta probabilidade de desenvolvimento de condições de El Niño entre maio e julho deste ano.
Efeitos no Brasil
Os efeitos variam drasticamente conforme a região, conforme detalhado pelo site Brasil Escola e o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET):
- Sul: Aumento significativo das chuvas, com risco de enchentes, temporais e queda de granizo, especialmente a partir de agosto. O governo do Rio Grande do Sul já monitora a situação para prevenir desastres como os de anos anteriores.
- Norte e Nordeste: Redução do volume de chuvas, podendo levar a secas severas na Amazônia e no semiárido nordestino.
- Sudeste e Centro-Oeste: Tendência de invernos mais amenos e aumento das ondas de calor, com chuvas mais irregulares.





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