Desde 2018, o norte de Moçambique, especialmente a província de Cabo Delgado, tem vivido dias de terror. Uma insurgência islâmica promovida por extremistas ligados ao Estado Islâmico já matou centenas de pessoas e deixou milhares de cristãos desabrigados.
Igrejas foram incendiadas, comunidades cristãs foram atacadas e muitos irmãos na fé foram mortos simplesmente por seguirem a Jesus.
Em janeiro de 2024, a situação piorou ainda mais. O grupo terrorista lançou a campanha “Mate-os onde quer que os encontre”, conclamando seus seguidores a eliminar os cristãos. Ataques se intensificaram e imagens de violência passaram a circular até mesmo nas revistas dos extremistas.
Pastores locais viveram tudo isso de perto. “Antes, vivíamos em paz com nossos vizinhos muçulmanos. Mas, de repente, tudo mudou”, contou o pastor Paulo.
Além da violência dos radicais, o governo também tem restringido a liberdade religiosa, limitando a educação cristã e as expressões públicas de fé.
Em resposta, a Missão Portas Abertas está promovendo uma campanha de ajuda emergencial para capacitar igrejas moçambicanas a socorrer irmãos na fé que sobreviveram aos ataques.
Essas igrejas estão acolhendo famílias em fuga, mas muitas não têm estrutura ou recursos para isso.
Fonte: Guiame





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