O advogado e ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral Admar Gonzaga disse, no sábado (29), que não está “preocupado” se o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vai usar parte da vaquinha de R$ 17,1 milhões recebida por Pix para pagar multas com o Estado de São Paulo. O montante arrecadado pelo ex-presidente consta de relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) enviado à CPMI de 8 de Janeiro. O relatório do Coaf mostrou que 18 pessoas – empresários, militares, agricultores, pecuaristas e estudantes – pagaram entre R$ 5 mil e R$ 20 mil ao ex-presidente. Uma delas é Admar Gonzaga, que doou R$ 5 mil. Admar é amigo de Bolsonaro. Em entrevista ao Estadão, o advogado afirmou que Bolsonaro deve usar o dinheiro “da forma como ele bem entender”.


Relacionadas
Assessoria de Luan Santana afirma que cantor faz gesto do “L” há 19 anos e nega conotação política
Tarcísio acionará Justiça contra manifestantes que depredaram estação de metrô em SP
Flávio Bolsonaro denuncia chefe da PF de usar estrutura da corporação para beneficiar Lula nas eleições