Durante compromissos políticos pelo interior fluminense neste sábado (12), o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu a derrubada de sigilos em apurações que envolvem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, autoridades do governo federal e instituições financeiras. O parlamentar cobrou acesso público a dados de procedimentos investigatórios em andamento no país.
Cobrança de explicações sobre Banco Master e INSS
O congressista pediu a abertura irrestrita de dados referentes a supostas tratativas do Executivo federal, citando especificamente uma reunião que teria contado com a presença de Lula, do ex-dono do Banco Master Daniel Vorcaro, do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e do ex-ministro Fernando Haddad.
Além do caso envolvendo a instituição bancária, o senador destacou as fraudes apuradas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e levantou questionamentos sobre o destino dos recursos desviados da autarquia, mencionando o filho do presidente petista, Fábio Luís Lula da Silva. Em sua manifestação, ele indagou publicamente se valores retirados de aposentados teriam chegado às contas de Lulinha.
Críticas à atuação do STF e ao Inquérito das Fake News
As decisões e procedimentos conduzidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) também estiveram no centro das declarações do senador. Flávio direcionou críticas severas à condução do ministro Alexandre de Moraes, relator do Inquérito das Fake News, que tramita na Corte há sete anos. Segundo o parlamentar, é fundamental que a sociedade tome conhecimento de todas as medidas adotadas no âmbito do processo, o qual classificou como um instrumento de perseguição contra opositores.
Apuração pessoal e agenda eleitoral no Rio
O parlamentar também comentou as apurações que recaem sobre ele próprio. Flávio ressaltou que vem sendo investigado há cerca de dois meses e garantiu que nenhuma prova ou elemento incriminador foi encontrado pelos investigadores durante esse período.
As declarações foram concedidas em Cabo Frio, onde o candidato iniciou uma série de encontros com lideranças regionais. A comitiva contou com a presença de aliados como Douglas Ruas, candidato ao governo do Rio de Janeiro, além de Carlos Jordy e Carlos Portinho, postulantes a cadeiras no Senado. O roteiro de campanha previa passagens adicionais pelos municípios de Macaé, Campos dos Goytacazes e Itaperuna.




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