O ministro Gilmar Mendes votou hoje (29) para, na prática, ampliar a regra do foro privilegiado de autoridades no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro propôs que, quando se tratar de crimes funcionais, o foro deve ser mantido mesmo após a saída das funções. Isso valeria para casos de renúncia, não reeleição, cassação, entre outros motivos. Mendes também defende que, no fim do mandato, o investigado deve perder o foro se os crimes foram praticados antes de assumir o cargo ou não possuírem relação com o exercício da função. Gilmar Mendes é o relator de um pedido de habeas corpus do senador Zequinha Marinho (PL-PA), que quer levar ao STF a competência sobre uma denúncia contra ele, apresentada à Justiça Federal. O caso está em análise no plenário virtual do STF.
Gilmar Mendes vota para ampliar foro privilegiado no STF



Relacionadas
Alcolumbre retira PEC da Segurança Pública da pauta do Senado
Congresso aprova exame obrigatório para exercício da medicina
Gigante do agronegócio e ex-ministro de Lula, Blairo Maggi declara apoio a Flávio Bolsonaro