O maior sindicato da Argentina realiza greve de 12 horas nesta quarta-feira (24) e grande manifestação no centro de Buenos Aires contra as duras medidas de austeridade econômica e as reformas do novo presidente libertário Javier Milei. A ação, que atinge setores que vão desde o transporte até os bancos, é a maior demonstração de oposição aos planos de Milei de cortes de gastos e privatização desde que ele assumiu o cargo, no mês passado, prometendo impulsionar a economia que sofre com inflação de 211%. Coordenada pelo poderoso sindicato da Confederação Geral do Trabalho (CGT), a paralisação ocorre em meio a grande escrutínio sobre as duas principais iniciativas de reforma de Milei: o projeto de lei “omnibus”, em tramitação no Congresso, e um “megadecreto” que desregulamenta a economia. A CGT já havia recorrido aos tribunais para suspender temporariamente algumas medidas relacionadas ao trabalho no decreto de Milei.
Greve geral atinge desde transportes até bancos na Argentina


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