A Polícia Federal (PF) aponta que o grupo liderado pelo MC Ryan SP, preso nesta quarta-feira (15), usou o lucro com o tráfico internacional de mais de três toneladas de cocaína enviadas ao exterior no esquema de lavagem de dinheiro. A defesa do músico nega as acusações e diz que “todos os valores que transitam por suas contas possuem origem devidamente comprovada”.
De acordo com a investigação, o grupo utilizava empresas de produção musical e entretenimento para mesclar receitas legítimas com os recursos de origem ilícita. Além do tráfico de entorpecentes, o dinheiro seria oriundo de bets e rifas digitais clandestinas. O volume financeiro movimentado pelo grupo ultrapassa R$ 1,6 bilhão, segundo as investigações.
São cumpridos 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária em endereços localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.






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