A Justiça deu 24 horas para o Telegram repassar dados de grupos e de pessoas suspeitas de planejar ataques à escolas sob pena de suspender o serviço no Brasil. O pedido foi feito pela Polícia Federal (PF), que alega que o Telegram estaria se recusando a passar dados e informações que ajudariam na identificação destes grupos.
A PF afirma que o pedido foi feito “por motivo de segurança”.
A Justiça Federal deferiu o pedido nesta quarta-feira (19). Na decisão, foi concedido ao Telegram o prazo de 24 horas após ser notificado para repassar os dados requeridos pela PF. As informações solicitadas são de grupos, inclusive neonazistas, que estariam promovendo ódio e incentivando crianças a praticar atos violentos nas escolas.



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