Lulinha pagava uma “mesada” de R$ 50 mil a Kalil Bittar, que totalizou R$ 750 mil entre janeiro de 2024 e outubro de 2025. Os repasses eram mensais e tiveram como último depósito a 27 de outubro de 2025, pouco antes de Kalil ser alvo da operação Coffee Break, que investigou desvio de recursos no Ministério da Educação (MEC).
Segundo a Polícia Federal, os pagamentos estariam ligados a supostas tentativas de lobby junto a prefeituras do interior de São Paulo que contrataram a Life Tecnologia com contratos superfaturados.
Kalil Bittar nega irregularidades e afirma que os pagamentos recebidos eram por serviços na área de tecnologia. Ele vive em Portugal desde 2023. As informações constam da quebra de sigilo bancário de Lulinha, que movimentou cerca de R$ 19,3 milhões em quatro anos, de 2022 a 2025. ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR





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