A mãe de Aimee Betro, mulher acusada por autoridades britânicas de ser uma assassina de aluguel, diz que chamará a polícia se ela aparecer na sua casa. Jeanne Johson diz que não vê a filha há anos, mas que não a deixaria entrar na sua casa. “Ela tem que parar de fugir. Ela tem que pagar o preço agora”, afirmou em entrevista ao site Times, de Londres. A polícia diz que Aimee foi recrutada por dois homens para cometer um assassinato em Birmingham, na Inglaterra, em 2019. Ela conseguiu se aproximar do alvo, mas a arma falhou no momento do ataque.
Aimee e os mandantes do crime foram condenados na semana passada, mas ela está foragida. Autoridades procuram ela nos Estados Unidos, para onde ela fugiu após a tentativa de homicídio, mas amigos e familiares sugerem que hoje ela mora na Armênia e trabalha como DJ. Natural de Steven Point, estado de Wisconsin (EUA), a criminosa viajou para matar o comerciante Sikander Ali na Inglaterra. Aimee foi contratada em 2019, por Mohammed Aslam e seu filho, Mohammed Nazir, via deep web. Ela entrou no país europeu usando um hijab (véu islâmico) como disfarce.
De acordo com o Telegraph, a tentativa de homicídio ocorreu em um subúrbio de Birmingham. A americana saiu de uma Mercedes e apontou a arma para o comerciante, que chegava em sua casa em um Audi. No entanto, o armamento travou, conforme o promotor Kevin Hegarty. A promotoria também apontou que Aimee voltou ao endereço no dia seguinte, em um táxi, e disparou três vezes em direção a casa do homem, mas não feriu ninguém.


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