O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) acusa o ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella e outras dez pessoas de improbidade administrativa em um esquema de corrupção que teria movimentado R$ 32 milhões em propina. A ação foi apresentada à Justiça pela 7ª Promotoria de Tutela Coletiva, e é um desdobramento do caso que ficou conhecido como “QG da Propina”. O ex-prefeito nega ter cometido fraudes.
O “QG da Propina”
O episódio que ficou conhecido como “QG da Propina” marcou os últimos dias da administração Crivella na prefeitura do Rio. O então prefeito foi preso em dezembro de 2020, apenas nove dias antes do fim de seu mandato. Posteriormente, a Justiça revogou a prisão. De acordo com o MP-RJ, o esquema seria liderado por Crivella, que teria o empresário Rafael Alves como principal articulador de contratos públicos. A acusação sustenta que a organização utilizava setores da administração municipal para fazer arrecadação ilícita.


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