Seis detentas que estiveram presas com Monique Medeiros no Instituto Penal Oscar Stevenson, presídio em Benfica, na Zona Norte do Rio, disseram, em depoimento, que ela própria contou ter tido “atos libidinosos” com um advogado dentro do parlatório da cadeia, onde há portas e não existem câmeras de vigilância. No local, um vidro separava a detenta do defensor. Segundo as depoentes, durante uma visita à penitenciária, um dos profissionais que defendem Monique teria se masturbado enquanto ela exibia os seios. A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap-RJ) afirmou que abriu um procedimento administrativo, que tramita em caráter restrito, para investigar os relatos. Secretário da pasta, Fernando Veloso garantiu que “o caso será apurado com o rigor necessário”.
Presas acusam mãe do menino Henry de atos libidinosos com advogado


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