Para controlar casos de infecções causadas pela bactéria resistente Clostridium difficile, as autoridades de saúde do Reino Unido começam a recomendar o transplante fecal como tratamento. Apesar do nome, o paciente que é submetido ao procedimento não recebe as fezes de um doador, mas, sim, as bactérias do “bem” presentes no cocô de quem doou a amostra.
A recomendação oficial do transplante de microbiota fecal foi anunciado pelo Instituto Nacional de Excelência em Saúde e Cuidados (Nice, na sigla em inglês) nesta semana. Só estão aptos a passarem pelo procedimento pacientes que tiveram dois ou mais quadros de diarreia provocados pela bactéria.


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