O Supremo Tribunal Federal (STF) negou o pedido do Ministério Público de Goiás (MPGO) e manteve o cartorário e conselheiro do Atlético-GO, Maurício Sampaio, em liberdade. O dirigente esportivo foi condenado a 16 anos de prisão por mandar matar o radialista Valério Luiz, em Goiânia. Ele chegou a ser preso, mas foi solto do presídio dois dias após a condenação, no último dia 11 de novembro de 2022, por meio de um habeas corpus.



Relacionadas
Restaurante Comunitário de Ceilândia Norte reabre nesta terça-feira (7)
PGR pede que Flávio Bolsonaro seja ouvido por calúnia contra Lula
CV e PCC: Itamaraty admite risco de ação militar dos EUA no Brasil