Segundo relatos diplomáticos publicados após a sessão, o desencontro foi deliberado. Trump entrou na área reservada aos chefes de Estado quando Lula já estava no plenário discursando. Depois de concluir sua fala, o brasileiro permaneceu no plenário para acompanhar o pronunciamento do presidente americano.
A ausência do cumprimento chamou atenção porque, antes da Assembleia, Lula havia manifestado interesse em conversar com Trump. O Planalto também trabalhava com a possibilidade de um contato informal entre os dois, já que o presidente brasileiro tradicionalmente abre os discursos dos chefes de Estado e o americano fala logo em seguida.
O cenário foi diferente do registrado na Assembleia Geral de 2025, quando Lula e Trump tiveram um breve encontro nos bastidores da ONU. Desta vez, apesar da proximidade entre os horários dos discursos, os dois presidentes deixaram o evento sem repetir o gesto.


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