O ministro Nunes Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pediu vista no julgamento de recursos que pedem a cassação do mandato e a inelegibilidade do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Com isso, a votação do processo foi adiada para 24 de março. A ministra Cármen Lúcia votou pela cassação e inegibilidade de Castro, sendo acompanhada pelo ministro Antonio Ferreira.
Entenda o caso
Cláudio Castro é acusado de abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição em 2022. O processo gira em torno da contratação, por decreto, de 27,6 mil funcionários temporários no Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). As contratações custaram 519 milhões de reais apenas no primeiro semestre de 2022. Os funcionários teriam atuado como cabos-eleitorais nas eleições de 2022, segundo o Ministério Público. O governador nega irregularidades.






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