Quem nunca atendeu o telefone e só ouviu silêncio ou caiu em uma ligação insistente sobre um problema bancário inexistente? Especialistas alertam: essas táticas são comuns em golpes telefônicos.
O perito Emmanuel Nolêto explica que os golpistas usam engenharia social, uma técnica que explora o comportamento humano para manipular criando pânico e urgência, convencendo a vítima a seguir orientações perigosas.
Entre os golpes mais comuns está a clonagem de números de telefone de bancos, ou ainda, a estratégia de deixar uma ligação silenciosa para provocar curiosidade e induzir o retorno da chamada, momento em que o golpe é iniciado.
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