Em entrevista ao Canal Livre, ele criticou o que considera uma crescente dependência de auxílios governamentais no país e disse: “Não vou pagar auxílio do governo para os marmanjões. Estamos criando no Brasil uma geração de imprestáveis”. Segundo Zema, a proposta não prevê o fim dos programas sociais, mas inclui o combate a fraudes e a exigência de contrapartidas dos beneficiários.
Ele defendeu o uso do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e de secretarias municipais para monitorar ofertas de trabalho, sugerindo que quem recusar vagas sem justificativa pode perder o benefício. “O objetivo é garantir que o recurso público chegue a quem realmente precisa e não sirva como desestímulo ao mercado de trabalho formal”, afirmou. Via InfoMoney.



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