Ginecologista é desligado de clínica após recusar atendimento a paciente trans, alegando falta de formação para atendimento além dos órgãos femininos. O caso gerou debate sobre ética médica, inclusão e limites da atuação profissional. Especialistas destacam que o Código de Ética permite recusa em situações específicas, desde que haja encaminhamento adequado. A clínica afirmou prezar por um ambiente inclusivo e humanizado, reforçando a importância da capacitação para diversidade na saúde.
Ginecologista é desligado de clínica depois de se recusar a atender trans: “Eu estudei apenas órgão feminino”



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