Entre os sintomas mais relatados pelos profissionais da Educação estão ansiedade e síndrome do pânico, citadas por 41% dos entrevistados, além de distúrbios do sono, insônia e depressão. Quase um quarto dos trabalhadores afirmou já ter precisado se afastar do trabalho por questões relacionadas à saúde mental. Na área da Saúde, os relatos mais frequentes envolveram insônia, ansiedade, síndrome do pânico e depressão, com 16% dos profissionais informando afastamentos por adoecimento psicológico.
O estudo também identificou forte impacto físico associado às atividades profissionais. Entre os servidores da Educação, 80,2% disseram que os problemas físicos têm relação direta com o trabalho e mais de 60% já precisaram de afastamento médico. Na Saúde, 72,3% fizeram a mesma associação. As principais queixas físicas incluíram dores na coluna, hérnias, cefaleias frequentes e lesões por esforço repetitivo.
Segundo a pesquisa, fatores como sobrecarga de trabalho, pressão constante, desgaste emocional acumulado, falta de estrutura adequada e precarização das condições laborais vêm agravando progressivamente o quadro de sofrimento entre os servidores públicos. O levantamento reacendeu o debate sobre saúde mental no funcionalismo público e sobre a necessidade de políticas de prevenção, suporte psicológico e melhoria das condições de trabalho.






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