O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, votou para invalidar pontos da nova Lei de Improbidade Administrativa. A norma, que pune acusados de irregularidades na gestão de recursos públicos, foi alterada pelo Congresso em 2021. Moraes é o relator do caso. Ele concluiu a apresentação do seu voto hoje (16). O magistrado considerou inválidos alguns trechos, entre eles: a previsão de que a perda de função pública – uma das sanções possíveis em um ação de improbidade – só se aplica ao cargo que o réu ocupava ao cometer a ilegalidade; a definição prévia de que não pode ser enquadrado como ato de improbidade uma providência tomada pelo agente público tendo como base uma lei que não tem interpretação pacificada na Justiça; e a possibilidade de abater, no prazo da sanção de suspensão dos direitos políticos, o intervalo de tempo entre a decisão colegiada (em tribunal) e o momento em que a condenação se torna definitiva.




Relacionadas
Pai que procurava filho desaparecido faz apelo às autoridades após encontrar corpo amarrado no Amapá
Por falta de troco, motorista de aplicativo joga mercadorias de idosa na rua em Goiânia
Jornalista Alexandre Garcia diz que campanha de Lula está desanimada. Veja vídeo