Leslie Van Houten, hoje com 73 anos, pode ser a primeira mulher que fazia parte da seita liderada pelo criminoso Charles Manson a deixar a prisão. Leslie foi julgada pela primeira vez em 1971 por um assassinato cometido em agosto de 1969. Na Justiça, ela contou que esfaqueou cerca de 15 vezes a barriga da mulher de um empresário, limpou suas digitais de objetos que poderiam incriminá-la e queimou as próprias roupas depois do crime.
Leslie foi condenada à prisão perpétua, e agora, após 53 anos presa, pode deixar a prisão para cumprir pena em liberdade condicional, já que a Suprema Corte da Justiça da Califórnia decidiu que ela atende as condições.
Conforme a juíza Helen I. Bendix, “Leslie Van Houten tem apresentado esforços de reabilitação extraordinários, perspicácia, arrependimento, planos realistas de liberdade condicional, apoio da família e amigos, além de relatórios institucionais favoráveis.
Leslie já afirmou ter se arrependido por participar do crime. Na época, ela relatou estar com problemas mentais que eram agravados pelo uso de LSD e que acreditava que Charles Manson era Jesus Cristo.

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