As sanções do governo dos Estados Unidos a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) afetaram a agenda internacional do ministro Luís Roberto Barroso, presidente da Corte. Na semana passada, o governo dos EUA anunciou publicamente a restrição de entrada no país, com a cassação de visto, de Alexandre de Moraes, relator dos processos sobre o 8 de janeiro e a suposta tentativa de golpe em 2022, e de “seus aliados”. Segundo o site da revista Veja, Barroso, antes das sanções, já tinha confirmado participação em três universidades nos EUA: Yale, Stanford e Nova York, além de manter vínculo constante com Harvard. As informações são da Revista Oeste.
Barroso cancela palestras em universidades americanas após ter visto revogado por Trump




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