Uma grave denúncia de perseguição religiosa na China veio à tona neste fim de semana. Segundo a organização China Aid, o regime chinês realizou uma megaoperação na cidade de Wenzhou, província de Zhejiang, mobilizando mais de mil policiais, incluindo forças da SWAT, para prender cristãos em meados de dezembro.
Relatos de testemunhas afirmam que um grande espetáculo de fogos de artifício foi usado na praça da cidade para distrair a população e abafar a movimentação policial. O alvo principal eram membros da “Assembleia de Yayang” e líderes religiosos locais, como Lin Enzhao, que são acusados pelo governo de liderar “organizações criminosas” por terem resistido à remoção de cruzes de igrejas no passado. Centenas de pessoas foram levadas para interrogatório e as redes sociais foram censuradas.


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