Segundo estudos e opiniões médicas, a tendência do “boca tapada” carece de evidências robustas que comprovem seus benefícios. De fato:
A técnica pode agravar quadros já existentes de apneia do sono e distúrbios respiratórios. Em situações onde o indivíduo tem bloqueios nas vias nasais (desvio de septo, congestão, pólipos) ou alergias respiratórias, a medida pode tornar-se até perigosa. E o risco mais alarmante: casos de sufocamento, especialmente se a fita for aplicada de forma muito aderente ou se houver acúmulo de muco durante a noite.
Em vez de adesivos, especialistas indicam caminhos com respaldo médico para problemas de ronco ou respiração bucal durante o sono:
– Aparelhos bucais noturnos prescritos por otorrinolaringologistas ou especialistas em medicina do sono.
– CPAP (pressão positiva contínua nas vias aéreas) para casos de apneia moderada ou grave.
– Tratamentos para congestão nasal, como anti-inflamatórios, sprays ou cirurgia para desvio de septo, quando indicado.
– Terapias comportamentais, correção postural e orientações para higiene do sono.

Relacionadas
Caiado e Vilela declaram apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno em evento em Goiânia
Shakira e Piqué voltam à justiça pelos filhos
Prefeito de Aparecida de Goiânia, Leandro Vilela, sinaliza apoio a Flávio Bolsonaro: “Vou acompanhar Daniel e Caiado”