Gracinha diz que Goiás precisa voltar a eleger uma mulher para o Senado e defende maior protagonismo feminino na política

Durante a convenção da base governista, realizada nesta quarta-feira, 5, em Goiânia, a candidata ao Senado Gracinha Caiado (União Brasil) fez da representatividade feminina o principal eixo de seu discurso. Diante de lideranças políticas, prefeitos, vereadores e militantes, ela afirmou que Goiás precisa voltar a eleger uma mulher para a Câmara Alta e destacou que, em toda a história republicana do Estado, apenas Lúcia Vânia conquistou uma vaga no Senado por meio do voto popular.

“Passou da hora de Goiás ter uma mulher no Senado. Eu quero ser essa mulher”, afirmou. A primeira-dama lembrou que apenas 16 das 81 cadeiras do Senado são ocupadas por mulheres e defendeu uma participação mais efetiva delas nos espaços de decisão. “Não são apenas vagas a ocupar. São vozes que estão faltando, são experiências que precisam ser representadas. Quando uma mulher chega ao poder, ela não chega sozinha. A família entra na agenda”, declarou.

Gracinha afirmou que sua candidatura pretende representar não apenas as mulheres, mas também famílias, jovens, idosos, pessoas com deficiência e cidadãos em situação de vulnerabilidade. Segundo ela, a experiência adquirida à frente do Goiás Social demonstra que políticas públicas voltadas para esses públicos podem produzir resultados concretos. Ela citou programas como Goiás por Elas, Aprendiz do Futuro, Bolsa Estudo, Restaurante do Bem, Banco de Alimentos, NutriBem, Crédito Social, AgroSocial, Casas a Custo Zero e Olhar para Todos como exemplos de iniciativas que pretende defender nacionalmente.

A candidata afirmou que não pretende fazer uma campanha baseada em promessas, mas em realizações acumuladas durante os últimos anos da gestão estadual. “Eu não venho com promessas. Eu venho com serviço prestado nos 246 municípios”, disse. Segundo ela, o Goiás Social foi incorporado à atuação de diversas secretarias estaduais e transformou Goiás em referência nacional na área social. “Tenho orgulho de ver programas do Estado sendo copiados pelo Brasil”, afirmou.

Fonte: Jornal Opção