Conhecido como “Enfermeiro da Morte”, Edson Izidoro confessou ter desligado aparelhos de oxigênio e aplicado substâncias em pacientes internados no Hospital Salgado Filho, no Rio de Janeiro, para acelerar mortes e lucrar com o chamado esquema da “máfia das funerárias”. O caso causou revolta nacional ao revelar um suposto esquema em que vidas eram transformadas em lucro por meio de comissões pagas sobre enterros e serviços funerários.
As investigações apontaram que mais de 100 pessoas podem ter sido vítimas. O episódio se tornou um dos casos mais chocantes da história hospitalar brasileira, marcado pela quebra brutal da ética médica e pela exploração do luto de famílias em momentos de extrema vulnerabilidade. O crime veio à tona em 1999.



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