O ex-jogador Viola, tetracampeão do mundo com a seleção brasileira em 1994 e ídolo do Corinthians, foi condenado nessa segunda-feira (23/2) a 3 anos e 10 dias de prisão em regime aberto. Ele ainda pode recorrer da decisão.
Paulo Sérgio Rosa foi julgado pelo porte ilegal de um silenciador de arma de fogo de uso restrito e de munições para uma espingarda calibre .12 e para um revólver calibre .32 no ano de 2012, quando o ex-atleta ficou preso por cinco dias na cadeia pública de Carapicuíba, na Grande São Paulo, após ser detido na sua casa, em Santana de Parnaíba, também na região metropolitana.
A pena foi substituída pela prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período. Ainda de acordo com a decisão do juiz Gustavo Nardi, Viola terá que pagar uma multa de um salário mínimo da época dos fatos.
Segundo o Ministério Público de São Paulo (MPSP), o ex-jogador se revoltou depois de sido notificado por um oficial de Justiça sobre uma liminar obtida pela sua ex-companheira Andreza Nunes, que conseguiu a guarda provisória do filho, assim como a retirada dos seus pertences da casa.
O promotor Estevão Lemos Jorge relatou que Viola, na ocasião, se trancou com o filho na casa. Então, a polícia foi chamada e ele foi preso depois que os armamentos foram encontrados dentro do armário de um dos quartos.
Ainda na ocasião, o ex-jogador se defendeu dizendo que as munições encontradas eram compatíveis com armas que ele tinha porte. Ainda segundo sua defesa, o silenciador era de um cunhado policial que “praticamente vivia em sua casa”.
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