Ele se aproximava de idosos em Santa Catarina, oferecia suco com medicamentos para dopar as vítimas e depois roubava as casas. Em um dos ataques, uma idosa de 72 anos morreu. Outras duas vítimas, de 82 e 72 anos, sobreviveram graças ao socorro rápido da família. O indivíduo ganhava a confiança dos idosos, entregava o suco já adulterado e, em poucos minutos, as vítimas perdiam a consciência.
Nesse intervalo, levava dinheiro, celulares, joias e até televisões. O primeiro crime ocorreu em maio. A morte chegou a ser tratada como natural, mas a polícia percebeu o roubo e aprofundou a investigação.



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