As informações foram repassadas à Gazeta do Povo pelo médico Raphael Câmara, conselheiro do CREMERJ e do Conselho Federal de Medicina (CFM), que esteve no local acompanhado de um médico-fiscal do Conselho. Segundo Câmara, a autoridade chinesa “chegou no meio da tentativa de fiscalização e foi hostil com o fiscal. Disse que não iria falar, que não adiantava mandar ofício”, afirmou Câmara.
Segundo o relato, enquanto os representantes do CREMERJ estavam do lado de fora do portão do navio – portanto, em solo brasileiro – uma van com cerca de dez militares chineses chegou ao local. A presença, de acordo com o conselheiro, foi percebida como intimidatória pelo fiscal.
Por meio de nota, a Marinha do Brasil informou que o navio chinês foi autorizado a atracar no Rio de Janeiro pelo governo brasileiro e que não havia previsão de atendimento médico.


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