O CEO do Grupo Jovem Pan, Roberto Araújo, gravou um editorial exibido na emissora. Ele rebateu as matérias sobre mudança no conteúdo depois da derrota de Jair Bolsonaro na eleição. As manchetes foram suscitadas por demissões de importantes jornalistas do canal, como Augusto Nunes e Guilherme Fiuza, que sempre defenderam Bolsonaro. Araújo classificou de “mentirosas” as informações sobre “desmanche” no elenco da TV. “São mudanças normais e a renovação faz parte do processo contínuo de evolução da empresa.” Enfático, o CEO refutou a impressão de que a emissora estaria disposta a se aproximar da esquerda do presidente eleito Lula com interesse nas verbas publicitárias do futuro governo. “Não nos vendemos para o governo Bolsonaro, Lula ou de qualquer outro político.”, afirmou. “O compromisso com a verdade não tem preço.”
“Não nos vendemos para o governo”, diz CEO da Jovem Pan


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