A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou nesta sexta-feira (20) contra a concessão de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe.
O ex-presidente foi submetido a perícia médica e o relator da execução da pena de Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Moraes, havia determinado que a defesa e a PGR se manifestassem sobre os resultados.
No último dia 11, a defesa do ex-presidente reforçou o pedido de prisão domiciliar humanitária, afirmando que Bolsonaro sofre de multimorbidade crônica, com a coexistência de problemas cardíacos e respiratórios, além de sequelas de cirurgias abdominais, e está sob risco.
A PGR, no entanto, destacou que o laudo da perícia “foi categórico ao concluir que as comorbidades apresentadas não demandam assistência em nível hospitalar, assegurando a viabilidade do tratamento no atual local de detenção.”
Mal-estar durante caminhada
A ex-primeira-dama Michelle usou as redes sociais, na noite da última segunda-feira (16), para informar que Bolsonaro teve a pressão arterial estabilizada após passar mal enquanto cumpre pena no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Ela publicou uma mensagem em sua rede social afirmando que o episódio ocorreu durante uma caminhada nas dependências onde está detido.
“Falei com o comandante do 19° Batalhão e, graças a Deus, a pressão do meu amor estabilizou. Hoje, durante a caminhada, ele teve tontura e apresentou um pico de pressão. Foi atendido pelo médico plantonista. Conseguiu tomar o seu caldo e já estava fazendo a fisioterapia com o ©kleber_caiado. Dias difíceis, mas venceremos”, escreveu.





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