Flávia Cunha Costa tinha 43 anos. Com formação em secretariado executivo, era uma mulher inteligente, meiga e generosa. Falava três idiomas (português, inglês e espanhol) e chegou a dar aulas dessas línguas. Trabalhava com gerência de projetos científicos e firmou contratos com várias universidades brasileiras. Tinha uma vida ativa, uma mente brilhante e um coração sensível.
Mas essa trajetória foi brutalm3nte interrompida quando Flávia conheceu uma esteticista chamada Marcelle Débora Ferreira Araújo, que também se apresentava como pastora, terapeuta e sensitiva, mas que, na prática, comandava um “ministério” marcado por manipulação, vi0lência psicológica e cárcere privado. Sob domínio dessa falsa líder espiritual, Flávia teve sua autonomia destruída, sua saúde negligenciada e sua liberdade arrancada.
As marcas emocionais e físicas foram tantas que seu corpo não resistiu. Ela morreu no último dia 18 de junho, abandonada pela “pastora” e seu marido no Pronto Socorro Municipal do Guamá após anos de sofrimento, em condições degradantes, privada de dignidade e cuidados básicos.
Fonte: RBATV


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