O consagrado diretor de cinema Quentin Tarantino decidiu permanecer em Israel mesmo diante do conflito armado. Morando em Tel Aviv com sua esposa, a modelo israelense Daniella Pick, o cineasta declarou ter “orgulho de ser sionista” e descartou planos de voltar para os Estados Unidos.
Em entrevista, a esposa do diretor revelou a postura firme dele: “Se alguma coisa acontecer, morrerei como sionista”. Além do discurso, Tarantino demonstrou apoio prático às forças de segurança: ele visitou bases militares no sul do país e posou para fotos com soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF), rompendo com o padrão da classe artística internacional.






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